
This post turned out to be dedicated to the, one & only, dirtiest Pig i've ever known...
May this sun of mine shine forever within you...like that one,
first,
day,
of the rest of my life!...
18.03.-- para sempre e até sempre!...
Subiste em mim!...
Pudesse eu dizer!?...Vieste de encontro ao mais fundo da minh'alma!...
Soubesse eu contar!....
Foste em meu ser, último porque frágil...
de mulher...
esse eter(no),
palpável,
infinito...
Meu ventre hoje...
exulta qual Féng Huàng d'Outrora, liberta, enfim do jugo daquele sono cego e profundo...
Minha flor de lótus...
exala Macau para sempre...e ao pé de mim...
Superas-te em mim, depois, mais acima...
nesse éter que brota do meu eu e que - hèlas!c'est evidentment "moins que rien!"
Subo ainda...
sempre mais dentro!...
E no meu peito, flamejante...
ad aeternum gravados os símbolos meus...
Lá atrás, refulge esvoaçante essa raíz...
firme e hirta, qual coluna dorsal...
Recta,
adulta, enfim...
etérea, contudo...
Exulto em mim!...
Deixo-me ascender nessa escala tão real quanto imaginária...
Numa galga ímpar, que só o ar quente conhece!....
Se sou feliz?...
_"Hum, hum...", titubeio quase a medo...
E sinto, por fim, que tudo era, afinal, tão mais complexo,
porquanto tão mais simples,
tão mais evidente,
tão fácil!...
Vendeste-me essa fórmula química preciosa...
como a vida - sabemos ambos! -, que é feita de pequenos nadas!...
E isso tudo e o mais...
que jamais saberei colocar em palavras, porquanto ser o verbo sempre curto quanto baste, nestas coisas!...-
..._"Quanto custa, amigo?..., perscruto no teu olhar de vergonha...
Paguei-te, claro!...Que esperavas?...
O que pude!...Como pude!...
Muito embora soubessemos, constrangidos os dois, que nada daquilo tinha preço!....
Adiante!... - pensei resignada!...
Que tu tatuaste a minha vida!...
Com o suor do teu rosto - e sabe Deus!...
Deixando marcas para sempre indeléveis...
no espaço exíguo do meu corpus...
e a um compasso inexorável de horas, brevíssimas...
E porque tenho para mim que a vida há-de ser essa troca,
intrinsecamente mútua
e pura
e ponto final.
Deixa-me, então, agradecer-te, só mais esta vez derradeira, com letras...
Única forma que posso,
que quero,
que sei!...
_"Obrigada!"
E tu...conta-me histórias!...
Anda, vá...conta-me histórias de embalar que eu durmo já...
Tu que cogitas, já, inefável, um milhão de ideias...
nesse sorriso teu, tímido e pensativo...
Permite-me que, em verdade, te diga:
_"Hoje mesmo...estiveste comigo no Paraíso!"
Tu - adivinho-te -, sais-te com um "És louca!"
E eu afoita, logo, disparo:
_"Pois sou...e depois?"